Colégio Agrícola Augusto Ribas, Educação e Técnica a Serviço da Agricultura.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A FORÇA BRUTA COMO MECANISMO DO ÓDIO

A FORÇA BRUTA COMO MECANISMO DO ÓDIO
Reprovável, em todos os sentidos, o planejamento empregado pelo chamado ‘Grêmio Estudantil’ para a ocupação do prédio da Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), nessa quarta-feira, no campus de Uvaranas. Quando o diálogo é substituído pela força física, opressão, intimidação e vandalismo, é porque a articulação intelectual é limitada ou não existe. É sintoma da falta de capacidade proativa e construtiva.
Os ponta-grossenses assistiram, atônitos, a manifestação brutal da intolerância num ambiente estritamente de formação profissional. Derrubar porta de ferro e agredir funcionário são situações verificadas em rebeliões dentro de unidades prisionais. Fazer isso no interior de uma instituição de ensino superior é inadmissível. 
As cenas registradas ontem, no campus de Uvaranas, não permitem a opinião pública a aceitar a invasão. Em outro sentido, aponta-se que a estratégia adotada pelos líderes desse movimento definitivamente manchou a imagem de todos os outros grupos que há duas semanas ocupam as escolas estaduais, mas de maneira pacífica e ordeira.
O movimento que ocupou a reitoria também exagerou na dose. Para discutir om posicionamento oficial da reitoria frente a PEC 241 e a MP do Ensino Médio, a negociação para um preço justo do Restaurante Universitário (R.U.); a reformulação do plano de assistência estudantil; a transparência dos gastos da universidade; a reformulação da segurança dentro do Campus; o apoio às ocupações dos colégios estaduais, especialmente o do Colégio Agrícola, e a suspensão imediata do Calendário Universitário, não era necessário o emprego da força bruta. Uma boa conversa levaria ao entendimento.
Repudia-se, com a mesma veemência, o envolvimento de professores em atos dessa natureza. Agem como insufladores, transformam alunos em massa de manobra, não ensinam e disseminam o mau exemplo, agindo como rebeldes sem causa. É importante a Reitoria manter aberto o diálogo. A punição para quem errou também é admitida nessas hipóteses. 


domingo, 16 de outubro de 2016

COMUNICADO - RECESSO

COMUNICAMOS aos professores, alunos e familiares que durante os dias 17 a 21 de outubro de 2016 foi decretado recesso escolar. 

Para entender melhor visite o site abaixo:

http://g1.globo.com/pr/parana/educacao/noticia/2016/10/governo-decide-acionar-conselho-tutelar-e-decretar-recesso-escolar.html

Atenciosamente.

A Direção.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

CONSULTA ENSINO MÉDIO

CONSULTA ENSINO MÉDIO - PORTAL


SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ
SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO
 
 

CONSULTA ENSINO MÉDIO

Prezada Comunidade Escolar,

A Secretaria de Estado da Educação do Paraná preparou, para o próximo dia 13 de outubro, um Seminário Descentralizado, que ocorrerá nos 32 NREs, com o objetivo de ouvir a comunidade escolar sobre as alterações propostas no Ensino Médio pela Medida Provisória nº 746/2016, emitida pela Presidência da República.

Para ampliar a possibilidade de participação da comunidade, a SEED/PR está disponibilizando este instrumento de consulta para ser respondido via web, em nosso portal (dia a dia educação) até o dia 17/10/16.

Cada proposição deverá ser apreciada e escolhida a resposta que representa a sua opinião. Para isso, basta clicar sobre a opção desejada.

Todas as respostas poderão ser justificadas.
 Fonte: NRE

Para acessar o questionário click AQUI.




Informação sobre: Ocupação / AULA


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Colégio Agrícola comemora 79 anos em Hora Cívica

O Colégio Estadual Agrícola “Augusto Ribas” - Ensino Médio e Profissionalizante foi fundado em 17 de setembro de 1937, pelo Interventor Manoel Ribas, com a denominação de Escola de Trabalhadores Rurais

por Marilia Woiciechowski

Os 79 anos de fundação do Colégio Agrícola Estadual Augusto Ribas (CAAR), vinculado à UEPG, foram comemorados em uma “Hora Cívica’ que reuniu alunos e professores no Auditório do estabelecimento, no Campus de Uvarnas. A cerimônia iniciou com a execução do Hino Nacional pela Banda Lyra dos Campos. A solenidade se desenvolveu em quatro momentos: registro da história do CAAR, inauguração do quadro (fotografia) do professor Alcebíades Antonio Baretta, na galeria de diretores da instituição, no hall de entrada da secretaria do colégio; visita ao espaço de exposição de banners com registros históricos produzidos pelos alunos; e espaço de confraternização. Jail Bueno, há três anos como diretor do CAAR, destacou a honra de fazer parte da história do Colégio Agrícola. “Nós não medimos esforços para elevar o nome do estabelecimento em nível de Paraná e Brasil. Estamos sempre renovando, com o suporte dos servidores (professores e funcionários) e da comunidade escolar.
Ao destacar a trajetória histórica do CAAR, a professora Gisele Alves de Sá Quimelli, vice-reitor da UEPG, agradeceu o empenho de todos aqueles que contribuíram para o crescimento do Colégio Agrícola que, hoje, faz parte da universidade que envolve em seu espaço o ensino fundamental, médio e superior. “Na história do colégio, há a experiência traduzida no empenho de quem fez e faz parte da vida do colégio. Para a Pró-Reitor, o momento registra uma construção que traz a parte física e a histórica que se coloca enquanto experiência, educação e formação. “Nós sempre nos remodelamos e seguimos construindo outros caminhos de história”. A professora destacou a satisfação de compartilhar das comemorações, desejando que o CAAR tenha muitos outros 79 anos para a formação de jovens como cidadãos que façam a diferença em nossa sociedade.
O professor Alcebíades Baretta registrou a satisfação de ter dedicado 32 anos de sua vida ao CAAR. “Estou na história do colégio como aluno, passando pela vice- direção e direção, quando desenvolvemos vários projetos, a exemplo da parceria com a APAE e a implantação do Laboratório de Informática”. Baretta também pontuou o incentivo para que os professores e funcionários continuassem a sua formação para valorizar sua carreira profissional. “O colégio sempre foi para mim a minha primeira casa. Eu desejo vida longa para o CAAR, para que muitos outros possam usufruir de seu espaço de educação e formação”. O professor salientou a gratidão por estar na festa dos 79 anos do colégio e traduziu a emoção e a honra de fazer parte da galeria dos diretores da instituição.
História do Colégio
A fundação do Colégio Estadual Agrícola “Augusto Ribas” - Ensino Médio e Profissionalizante ocorreu em 17 de setembro de 1937. Surgiu como Escola de Trabalhadores Rurais a partir de iniciativa do interventor Manoel Ribas. O estabelecimento passou a ofertar o curso de ensino rural completo, em 1944, com duração de três anos. Ao final do curso a certificação eracomo lavrador. A escola também ofertava o curso primário. Com a aplicação da Lei Orgânica do Ensino Agrícola, após 12 anos, ocorre nova reestruturação. Naquele momento, em 1956, o colégio oferta o curso de Iniciação que era equivalente a quinta e sexta série, hoje, séries finais do ensino fundamental; e o de Mestría Agrícola. O ensino agrícola, na época, era subordinado à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário.
O Decreto n° 27925, de 12 de janeiro de 1960, autorizou o funcionamento da Escola Agrotécnica Augusto Ribas. A partir daí o colégio passa a oferecer os cursos de Técnico em Agricultura e Técnico em Zootecnia. Trata-se de cursos que equivaliam ao antigo ensino de segundo grau, hoje ensino médio profissional. Após 1962, as escolas de trabalhadores rurais passam a ser denominados Colégios Agrícolas. Naquele ano, a Escola Agrotécnica de Ponta Grossa passa a Colégio Agrícola Augusto Ribas. Ainda em 1962 foi implantado o curso técnico agrícola de segundo grau. Em 1963, passou a Colégio Agrícola Estadual Augusto Ribas. O Governador Ney Braga assinou a Lei n.º 7.307, em 14 de maio de 1980, quando o Colégio Agrícola Estadual Augusto Ribas passa a ser administrado pela UEPG. A clientela escolar é oriunda dos diversos bairros da de Ponta Grossa, dos Campos Gerais e demais regiões do Paraná.









  
Fonte: UEPG